segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Compreender a fraqueza humana para amar a Deus e aceitar de coração nosso próximo


Como nos preocupamos com o futuro. E não deveríamos! E não deveríamos? Eu, assim como muitos, possuo uma grande reclinação para agir segundo a impulsividade, menosprezando o futuro com suas consequencias e descartando o passado onde certas decisões marcam positiva ou negativamente nossa trajetória. Confesso! Indago-me diariamente se existe um mapa, uma bússola que indique os melhores atalhos para que nos esquivemos dos problemas e aterrissemos na terra das soluções rápidas e ali finquemos o mastro da bandeira de nossa independência.
Independência da falta de caridade, da falta de compreensão, da falta de amor, do egoísmo excessivo, do olhar radiológico que é capaz de ver as estruturas mas não a carne. Quanta limitação! O coração pulsa, o sangue corre pelas veias.
Independência. Um insight apenas.
Cartas de alforrias rasgadas pelos corredores, visão de uma vida segundo o eu, a poucos metros da linha do horizonte onde nasce o sol e a fonte do equilíbrio.
O Caminho se faz caminhando e cada "passo" representa uma evolução do passado para o horizonte de projeções e oportunidades do futuro.
As adversidades do percurso são lições, muitas vezes duras, desgastantes, mas sem as quais não evoluiríamos em nossa história.

A anatomia humana criada sob a milimetria perfeita de Deus designou aos nossos pés a função de pisar no pó da estrada e caminhar, caminhar, muitas vezes sob pedras. Já dizia o poeta: " Pedras no caminhos: guardo todas. Um dia construirei um castelo com elas."
É preciso força para compreender a fraqueza alheia. É preciso momentos de fraqueza para aprendermos a ser fortes. É preciso força descomunal para compreender nossa própria fraqueza. É preciso equilíbrio para entendermos que nossas forças podem revitalizar a fraqueza alheia. Ou não.
Somos seres nascidos e banhados nas águas da esperança. Não podemos perdê-la desacreditando no potencial do homem, criado a imagem e semelhança de Deus, mesmo diante das decepções. Isso porém não pode fincar nossa existência no hoje. É preciso elevar nossos pensamentos.
Devemos nos preocupar com o futuro? Talvez sim, como forma de atingir metas segundo planejamento do projeto de vida. Todavia, a evolução do passado para o futuro passa pela vivência do presente. Evoluíremos na medida em que as pessoas mais importantes - sentimental e estratégicamente - do nosso certame familiar, profissional e social evoluírem conosco. Esse é nosso dever, nossa missão. Um forma singela e bonita de amar a Deus na pessoa do próximo!

Um comentário:

  1. Olá, amigo.
    Nossa..1º qro parabenizar pelo blog, leio tds os dias q tem novas postagens.
    E depois dizer q td o q li hoje, era o q realmente precisava para fechar o meu dia.
    "É preciso força para compreender a fraqueza alheia. É preciso momentos de fraqueza para aprendermos a ser fortes. É preciso força descomunal para compreender nossa própria fraqueza. É preciso equilíbrio para entendermos que nossas forças podem revitalizar a fraqueza alheia. Ou não."

    BjOS
    Ana.

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